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Entidade defende exportação de animais vivos feita diretamente entre pecuaristas e compradores internacionais

# Exportação direta de animais vivos: nova proposta para pecuaristas

A comercialização internacional de animais vivos tem se tornado uma alternativa importante para o setor pecuário brasileiro. A possibilidade de realizar negociações diretas entre produtores rurais e compradores estrangeiros está ganhando força, graças ao trabalho de entidades representativas que buscam aumentar a rentabilidade dos pecuaristas e garantir o bem-estar animal durante todo o processo de exportação.

**A proposta de venda direta internacional**

A União dos Pecuaristas Exportadores de Animais Vivos (UPEAV), por meio de seu presidente Adriano Caruso, defende um modelo de negociação que elimina intermediários e permite que os produtores rurais realizem transações diretamente com compradores internacionais. Esta abordagem possibilita maior controle sobre as condições de transporte e manejo dos animais, além de melhorar a rentabilidade para o pecuarista brasileiro.

**Benefícios econômicos para o produtor rural**

A exportação direta representa uma oportunidade de diversificação para os pecuaristas, especialmente em momentos em que o mercado interno apresenta oscilações. Ao estabelecer contratos diretamente com compradores estrangeiros, os produtores conseguem melhores condições de negociação e preços mais atrativos pela arroba do boi, aumentando suas margens de lucro e reduzindo a dependência de frigoríficos locais.

**Protocolos de bem-estar animal**

Um dos pontos centrais defendidos pela UPEAV é o compromisso com o bem-estar dos animais durante todo o processo de exportação. A entidade trabalha para estabelecer protocolos rigorosos que garantam condições adequadas de transporte, alimentação e descanso dos bovinos, desde a propriedade rural até o destino final no exterior. Estes cuidados são fundamentais para reduzir o estresse e manter a qualidade da carne.

**Oportunidades em mercados emergentes**

Países do Oriente Médio e da Ásia têm demonstrado interesse crescente na importação de animais vivos do Brasil, o que abre novas possibilidades de mercado para os pecuaristas brasileiros. Recentemente, o Vietnã começou a receber carne bovina brasileira, sinalizando a abertura de mais um mercado potencial para a exportação de animais vivos.

**Aspectos regulatórios e sanitários**

Para viabilizar as exportações diretas, os produtores precisam cumprir uma série de exigências sanitárias e regulatórias, tanto nacionais quanto dos países importadores. A UPEAV tem trabalhado junto aos órgãos governamentais para facilitar estes processos burocráticos e garantir que as operações ocorram dentro dos parâmetros legais estabelecidos.

**Perspectivas para o setor**

A modalidade de exportação direta de animais vivos representa uma evolução no modelo de negócios da pecuária brasileira. Com o crescimento da demanda internacional por proteína animal e o reconhecimento da qualidade do rebanho brasileiro, este tipo de operação tende a se expandir, oferecendo uma alternativa valiosa para os produtores rurais que buscam diversificar seus canais de comercialização e aumentar sua rentabilidade.

A iniciativa da UPEAV pode transformar significativamente a forma como os pecuaristas brasileiros se posicionam no mercado global, criando um canal direto com consumidores internacionais e fortalecendo a posição do Brasil como um dos principais fornecedores mundiais de proteína animal, com práticas que priorizam tanto o retorno econômico quanto o bem-estar dos animais.

**Fonte: Notícias Agrícolas**
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