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“Empreender não é milagre, é caminho”, afirma Margarete Coelho

**O Empreendedorismo Feminino e o Papel das Micro e Pequenas Empresas na Economia**

Acompanhando a evolução do empreendedorismo no Brasil, especialmente no cenário atual, é fundamental reconhecer a importância das micro e pequenas empresas e de como elas moldam a economia nacional. A recente celebração do Dia Nacional das Micro e Pequenas Empresas, em 5 de outubro, trouxe à tona questões cruciais sobre o futuro do empreendedorismo no país.

Neste contexto, a diretora de Administração e Finanças do Sebrae, Margarete Coelho, destacou que o sonho de empreender está inserido no cotidiano de muitos brasileiros, principalmente entre as mulheres. Além disso, é preciso entender que essas iniciativas não são apenas impulsionadas por ambições pessoais, mas também por um desejo coletivo de inovação e inclusão. Por isso, é vital que tanto o governo quanto as instituições de apoio ao empreendedorismo promovam um ambiente favorável para esses negócios.

**O Simples Nacional e Suas Implicações para Pequenos Negócios**

O sistema tributário brasileiro frequentemente é visto como um obstáculo para micro e pequenas empresas. O ex-deputado Afif Domingos lembrou que, embora existam leis como o Simples Nacional para tratar essas empresas de forma diferenciada, a burocracia continua a ser um desafio. O Simples Nacional oferece um regime tributário especial, que pode ser uma grande ajuda no dia a dia dos empreendedores.

É também importante destacar que, recentemente, tramitou na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2021, que propõe mudanças que podem beneficiar o microempreendedor individual (MEI) com um aumento no teto de faturamento e no número de empregados. Essa proposta reflete o empenho do Sebrae em buscar soluções que promovam a sustentabilidade e o crescimento dos pequenos negócios no país.

**O Papel do Empreendedorismo Feminino**

A afirmação de Margarete Coelho de que o futuro do empreendedorismo é feminino é um ponto crucial. A presença feminina no mundo dos negócios não só traz inovação, mas também uma abordagem mais colaborativa e inclusiva para o mercado. Com 60% da população sonhando em ter seu próprio negócio, é essencial que as políticas públicas e as diretrizes de apoio sejam cada vez mais alinhadas às necessidades das mulheres empreendedoras.

**Os Números que Falam por Si**

De acordo com dados do Global Entrepreneurship Monitor (GEM), o Brasil viu a abertura de mais de 2,2 milhões de novos pequenos negócios apenas neste ano. As micro e pequenas empresas representam impressionantes 96% das empresas no país e são responsáveis por 77% dos empregos gerados. Estes números não apenas evidenciam a resiliência desse setor, mas também reafirmam a necessidade de suporte contínuo para garantir sua sobrevivência e sucesso.

**Conclusão Consultiva**

Nas últimas discussões, ficou claro que o empreendedorismo, especialmente entre micro e pequenas empresas e mulheres, é essencial para o crescimento econômico do Brasil. À medida que novas oportunidades surgem, é imprescindível que a burocracia se torne menos opressora e que medidas de suporte sejam ampliadas.

Para transformar desafios em oportunidades, é fundamental que os empreendedores busquem orientação e apoio estratégico. Fale com um especialista da IRCC e saiba como aplicar essas dicas na sua empresa.

**Fonte**
[Portal Sebrae](https://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/rss)

**Tags e Categorias**
Empreendedorismo Feminino, Micro e Pequenas Empresas, Simples Nacional, Gestão Empresarial, Inclusão e Diversidade.

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