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Parlamentares de SC criticam investimento da ANTT na BR-101

Políticos de Santa Catarina se manifestam contra plano de R$ 2,19 bilhões da ANTT para a reforma da BR-101, considerando os valores insuficientes para atender às necessidades estaduais.

Recentemente, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) anunciou um investimento de R$ 2,19 bilhões para melhorias na BR-101, que atravessa parte significativa do estado de Santa Catarina. No entanto, a proposta foi recebida com críticas de diversos parlamentares locais que alegam que o plano não atende às demandas reais da infraestrutura do estado.

Os parlamentares argumentam que a quantidade de recursos destinados para a BR-101 é inadequada, tendo em vista o volume de tráfego intenso e os constantes problemas de segurança na estrada. Eles sustentam que investimentos mais substanciais são necessários para garantir não apenas a manutenção da rodovia, mas também para promover melhorias que possam prevenir acidentes e facilitar o transporte de mercadorias, crucial para a economia regional.

  • As críticas de representantes catarinenses podem levar a pressão por reavaliação do plano pela ANTT.
  • Possibilidade de novas audiências públicas para discutir o tema e incluir propostas locais.
  • Senadores e deputados de Santa Catarina podem intensificar a luta por mais recursos federais.
  • Possíveis mobilizações por parte da população e movimentos sociais em apoio às demandas dos parlamentares.

Perguntas frequentes

Por que os parlamentares consideram o investimento insuficiente?

Os parlamentares acreditam que o valor não é adequado para garantir a segurança e a infraestrutura necessária para a BR-101, dada a sua importância para o estado.

O que a ANTT pretende fazer com os recursos?

A ANTT planeja realizar melhorias na rodovia, mas os detalhes específicos das obras ainda não foram completamente divulgados.

Como a população pode se manifestar sobre isso?

Os cidadãos podem apoiar os parlamentares em suas reivindicações, participando de audiências públicas e mobilizações.

Fonte

Gazeta do Povo — Últimas Notícias

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