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Scot Consultoria: Alta na cotação do “boi China” em São Paulo

# **”BOI CHINA” VALORIZA E MERCADO PECUÁRIO MANTÉM FIRMEZA EM SÃO PAULO**

Com recorde nas exportações de carne bovina em setembro, a demanda pelo bovino jovem qualificado para o mercado chinês segue aquecida, resultando em valorização de R$2,00 na arroba do chamado “boi China” em São Paulo.

## **Panorama do mercado bovino atual**

O mercado do boi gordo mantém-se firme na terceira semana de outubro, com estabilidade nas cotações do boi comum e da vaca. O cenário atual é marcado por **oferta reduzida de animais** em comparação ao início do mês, embora ainda suficiente para atender à demanda dos frigoríficos.

**A cotação do “boi China” subiu para R$312,00/arroba** em São Paulo, apresentando um ágio de R$5,00 sobre o boi gordo comum, que está cotado em R$307,00/arroba. Já a novilha apresentou valorização de R$3,00/arroba, chegando a R$298,00, enquanto a vaca manteve-se em R$282,00/arroba.

## **Escalas de abate e demanda de carne**

As escalas de abate estão, em média, para **oito dias** nos frigoríficos paulistas, indicando um equilíbrio saudável entre oferta e demanda. O escoamento de carne, embora abaixo do esperado, segue consistente e tem contribuído para manter a firmeza dos preços.

É importante destacar que o **recorde nas exportações de carne bovina in natura em setembro e a continuidade do bom desempenho em outubro** têm sido fatores decisivos para sustentar o mercado, especialmente para animais que atendem às exigências dos mercados internacionais.

## **Situação em Minas Gerais**

Em Minas Gerais, o mercado também se mantém equilibrado, com escalas de abate em torno de dez dias em todas as regiões do estado.

Na região do **Triângulo Mineiro**, o boi gordo está cotado em R$296,00/arroba, enquanto o “boi China” atinge R$300,00, com ágio de R$4,00. Na **região Norte** do estado, o ágio chega a R$5,00/arroba para animais qualificados para exportação.

## **Perspectivas para os próximos dias**

No curto prazo, a expectativa é de **preços firmes com viés de alta**, especialmente para bovinos destinados à exportação. No entanto, produtores devem ficar atentos à demanda interna na segunda quinzena do mês, quando a redução do poder aquisitivo dos consumidores pode pressionar o mercado.

Para pecuaristas que dispõem de animais que atendem às exigências do mercado chinês, o momento continua favorável para comercialização, considerando o ágio praticado e a demanda consistente para exportação.

*Fonte: Notícias Agrícolas*

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